Pular para o conteúdo principal

BOLSONARO NÃO É CAUSA, É EFEITO - POR GILMAR AGUIAR

    • BOLSONARO NÃO É CAUSA, É EFEITO
      por Gilmar Aguiar
      Diante de 155 mil brasileiros mortos, e a fome arrombando as portas das casas, temos um presidente que responde sobre as mortes " e daí, não sou coveiro, quer que eu faça o quê?" e sobre o preço do arroz, "vai comprar na Venezuela?".
      Não consigo imaginar o tipo de ser humano que consegue ser tão frio, cruel, perverso e insensível quanto Bolsonaro.
      O ódio compartilhado que essa gente tem do mundo e das pessoas é tão denso, concentrado e amplo que abdicaram da sua humanidade.
      É evidente que esse ódio não está relacionado ao Lula, Dilma, o PT ou a esquerda, se assim fosse, já estariam com seus espíritos em paz à 5 anos quando o PT deixou o governo e a esquerda praticamente deixou de existir.
      Num país democrático, desenvolvido e pacífico, você ganha e perde eleições, mas não odeia e busca o extermínio dos derrotados para que não voltem ao poder. Se você for competente será reeleito, caso contrário, será derrotado e a vida segue, simples assim.
      A seita satânica bolsonarista precisa inventar um novo inimigo todos os dias, precisa ter a quem destruir todos os dias. Se realimentam de sentimento de destruir o outro para se sentirem superiores.
      Não existe um objetivo, apenas o ódio. Engana-se quem acredita que é pelo país, pela economia, contra a corrupção ou qualquer outra coisa. Não, é pelo simples e puro prazer de odiar o outro que não pensa como eles.
      Ontem foi um dia muito triste para milhões de brasileiros que amam o próximo como a si mesmo, ver um chefe de família ouvir do seu presidente um "vai comprar na Venezuela".
      Bolsonaro é fruto desse ódio compartilhado, materializado, denso e amplo de uma pequena parte do nosso povo, mas grande o suficiente para tirar a paz do nosso país.
      Gilmar Aguiar

      Comentários

      Postagens mais visitadas deste blog

      4ª EDIÇÃO DO BARALHARTE - DISCUSSÃO DE TEMAIS DA ATUALIDADE

      Ontem, sábado, aconteceu a 4ª edição do BARALHARTE!  Trata-se de um encontro de debatedores sobre quatro temas atuais, representados pelos quatro naipes do baralho e por quatro regiões diferentes de nosso país. Cada debatedor leva um tema que será debatido pelos demais e também por convidados presentes. Os debatedores desta edição foram eu, Luciana, representando o estado do Rio de Janeiro, Gilvaldo Quinzeiro, representando o Maranhão e Amaro Poeta, representando Pernambuco. Fernanda Analu, representando Santa Catarina, em razão de um compromisso de última hora, não pôde participar. Mas contamos também com as convidadas Mirtzi Lima Ribeiro e Valéria Kataki e com os convidados Hairon Herbert, Julimar Silva, Ricardo Vianna Hoffmann e Tarciso Martins. Agradeço a Gilvaldo Quinzeiro pelo convite e pela oportunidade de participar de um encontro tão engrandecedor, oportunidade que temos para aprender muito sobre variados assuntos. Cliquem abaixo para assistir: Luciana G. Rugani

      CANÇÃO DO IRMÃO AUSENTE (PRECE DO AMOR)

      por Luciana G. Rugani - A oração alimenta a alma e a boa música eleva nossos sentimentos. E quando temos ambas, unidas em uma só obra, que maravilha não fica! Quando a musicalidade é a própria prece, o efeito de paz em nosso ser é imediato. Fiquem hoje com essa joia, esse louvor encantador na voz de Elizabeth Lacerda. Cliquem no vídeo abaixo para ouvir: Canção do Irmão Ausente Como estiveres agora Nosso Bom Deus te guarde Como estiveres pensando Nosso Bom Deus te use Onde te encontres na vida Que Deus te ilumine Com quem estejas seguindo Nosso Senhor te guie No que fizeres tu Peço ao Bom Deus Que possa te amparar E em cada passo teu A Mão de Deus Irá te abençoar Como estiveres agora...

      POEMA CIGANO

      Navegando pela internet encontrei uma música cigana francesa simplesmente maravilhosa: "Parlez Moi D'elle", cantada por Ricão. Encontrei também um poema cigano encantador! Escolhi ambos para compor essa minha postagem que fica como uma singela homenagem ao povo cigano. Abaixo da foto segue o vídeo com a música e o poema logo abaixo. Assistam ao vídeo e leiam o poema. São maravilhosos! POEMA CIGANO Sou como o vento livre a voar. Sou como folha solta, a dançar no ar. Sou como uma nuvem que corre ligeira. Trago um doce fascínio em meu olhar. Sou como a brisa do mar, que chega bem de mansinho. Sou réstia de sol nascente, sou uma cigana andarilha. O mundo é a minha morada, faço dela minha alegria. A relva é a minha cama macia, meu aconchego ao luar. Acendo a luz das estrelas, salpico de lume o céu. Sou livre, leve e solta, meu caminho é o coração. Sou musica, sou canção, sou um violino à tocar. Sou como fogo na fogueira, sou labaredas inquietas. Sou alegre, sou festeira, trago...