Pular para o conteúdo principal

O VERDADEIRO SIGNIFICADO DA PÁSCOA

por Luciana G. Rugani - vale a pena assistir ao vídeo abaixo onde Haroldo Dutra, juiz de direito do TJMG, escritor, tradutor e conferencista brasileiro, nos explica de forma clara e didática a origem da páscoa e o seu real significado.A páscoa é uma celebração judaica do momento de libertação do povo da escravidão no Egito. Essa celebração era realizada através de um ritual em que, ao final de uma semana de convivência com um cordeiro, como se fosse um membro da família, esse cordeiro era sacrificado. Alimentar-se do cordeiro precisava ser uma experiência de dor, é a experiência da perda de alguém amado. Uma experiência de libertação espiritual, de desilusão. Por isso esse choque do cordeiro sendo sacrificado. simbolizando uma experiência espiritual de libertação.
Com a vinda de Jesus, ele convive por três anos com seus discípulos, trabalha com eles, convive diariamente participando de suas dores, sofrendo suas imperfeições, e, ao final dos três anos, reúne os doze e lhes diz algo transmitindo a seguinte mensagem: vocês irão me perder. Estou agora me despedindo de vocês porque vou deixar o mundo corpóreo para voltar ao mundo incorpóreo, e vocês irão experimentar uma profunda tristeza, uma tremenda dor, pois vocês criaram uma conexão espiritual comigo...
Cliquem no link abaixo para ouvir a continuação dessa mensagem de Jesus para seus discípulos, uma experiência espiritual profunda que nos traz o verdadeiro sentido da páscoa e que deveria prevalecer hoje em dia.
É um vídeo pequeno, mas profundo demais em conhecimento e significado...

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

4ª EDIÇÃO DO BARALHARTE - DISCUSSÃO DE TEMAIS DA ATUALIDADE

Ontem, sábado, aconteceu a 4ª edição do BARALHARTE!  Trata-se de um encontro de debatedores sobre quatro temas atuais, representados pelos quatro naipes do baralho e por quatro regiões diferentes de nosso país. Cada debatedor leva um tema que será debatido pelos demais e também por convidados presentes. Os debatedores desta edição foram eu, Luciana, representando o estado do Rio de Janeiro, Gilvaldo Quinzeiro, representando o Maranhão e Amaro Poeta, representando Pernambuco. Fernanda Analu, representando Santa Catarina, em razão de um compromisso de última hora, não pôde participar. Mas contamos também com as convidadas Mirtzi Lima Ribeiro e Valéria Kataki e com os convidados Hairon Herbert, Julimar Silva, Ricardo Vianna Hoffmann e Tarciso Martins. Agradeço a Gilvaldo Quinzeiro pelo convite e pela oportunidade de participar de um encontro tão engrandecedor, oportunidade que temos para aprender muito sobre variados assuntos. Cliquem abaixo para assistir: Luciana G. Rugani

CANÇÃO DO IRMÃO AUSENTE (PRECE DO AMOR)

por Luciana G. Rugani - A oração alimenta a alma e a boa música eleva nossos sentimentos. E quando temos ambas, unidas em uma só obra, que maravilha não fica! Quando a musicalidade é a própria prece, o efeito de paz em nosso ser é imediato. Fiquem hoje com essa joia, esse louvor encantador na voz de Elizabeth Lacerda. Cliquem no vídeo abaixo para ouvir: Canção do Irmão Ausente Como estiveres agora Nosso Bom Deus te guarde Como estiveres pensando Nosso Bom Deus te use Onde te encontres na vida Que Deus te ilumine Com quem estejas seguindo Nosso Senhor te guie No que fizeres tu Peço ao Bom Deus Que possa te amparar E em cada passo teu A Mão de Deus Irá te abençoar Como estiveres agora...

POEMA CIGANO

Navegando pela internet encontrei uma música cigana francesa simplesmente maravilhosa: "Parlez Moi D'elle", cantada por Ricão. Encontrei também um poema cigano encantador! Escolhi ambos para compor essa minha postagem que fica como uma singela homenagem ao povo cigano. Abaixo da foto segue o vídeo com a música e o poema logo abaixo. Assistam ao vídeo e leiam o poema. São maravilhosos! POEMA CIGANO Sou como o vento livre a voar. Sou como folha solta, a dançar no ar. Sou como uma nuvem que corre ligeira. Trago um doce fascínio em meu olhar. Sou como a brisa do mar, que chega bem de mansinho. Sou réstia de sol nascente, sou uma cigana andarilha. O mundo é a minha morada, faço dela minha alegria. A relva é a minha cama macia, meu aconchego ao luar. Acendo a luz das estrelas, salpico de lume o céu. Sou livre, leve e solta, meu caminho é o coração. Sou musica, sou canção, sou um violino à tocar. Sou como fogo na fogueira, sou labaredas inquietas. Sou alegre, sou festeira, trago...